

{"id":23,"date":"2020-08-25T20:06:40","date_gmt":"2020-08-25T23:06:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/?page_id=23"},"modified":"2023-10-26T09:26:53","modified_gmt":"2023-10-26T12:26:53","slug":"setor-de-energia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/setor-de-energia\/","title":{"rendered":"Setor de Energia"},"content":{"rendered":"<h1><a id=\"contexto\" name=\"contexto\"><\/a>Contexto energ\u00e9tico brasileiro<\/h1>\n<p>Segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC), o setor energ\u00e9tico \u00e9 respons\u00e1vel pela emiss\u00e3o de dois ter\u00e7os dos gases causadores do efeito estufa, tornando o setor um dos principais focos de articula\u00e7\u00e3o para mitigar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Isso porque os padr\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o e consumo de energia est\u00e3o baseados principalmente em fontes f\u00f3sseis e n\u00e3o-renov\u00e1veis, as quais geram emiss\u00e3o de gases poluentes para a atmosfera terrestre. Para mudar esse padr\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio que se estimule o desenvolvimento e aplica\u00e7\u00e3o das fontes de energia renov\u00e1vel.<\/p>\n<p>Nesse sentido, o Brasil apresenta um cen\u00e1rio bastante favor\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao resto do mundo. Segundo o Minist\u00e9rio de Minas e Energia (MME), em 2022, as energias renov\u00e1veis no Brasil representam 47,4% da matriz energ\u00e9tica brasileira, ao passo que no mundo esse n\u00famero cai para cerca de 14%. Em sua matriz el\u00e9trica, o Brasil possui uma forte base h\u00eddrica sendo essa respons\u00e1vel por 51% da matriz.<\/p>\n<p>Contudo, grande parte do potencial hidrel\u00e9trico nacional est\u00e1 dispon\u00edvel em regi\u00f5es muito sens\u00edveis, tanto no quesito ambiental quanto no social. Al\u00e9m disso, as hidrel\u00e9tricas est\u00e3o baseadas em gera\u00e7\u00e3o centralizada, apresentam crescimento limitado e as longas dist\u00e2ncias entre o centro de gera\u00e7\u00e3o e o centro de consumo geram elevados custos e perdas de energia.<\/p>\n<p>Adicionalmente, a seguran\u00e7a energ\u00e9tica \u00e9 afetada quando se depende em larga escala de energia gerada por fontes h\u00eddricas dada a variabilidade do regime de chuvas e pela redu\u00e7\u00e3o da capacidade de estocar a \u00e1gua para a gera\u00e7\u00e3o posterior de energia. Apesar de haver uma previsibilidade no per\u00edodo de chuvas, h\u00e1 momentos em que a seguran\u00e7a energ\u00e9tica \u00e9 afetada por situa\u00e7\u00f5es at\u00edpicas nos per\u00edodos de chuvas. Em 2021, por exemplo, vivenciamos uma crise h\u00eddrica. Com a seca extrema experienciada naquele ano \u2013 mais uma consequ\u00eancia das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas que estamos vivenciando \u2013, os reservat\u00f3rios de \u00e1gua do pa\u00eds baixaram tanto que para garantir o fornecimento de energia para a popula\u00e7\u00e3o foi preciso acionar as t\u00e9rmicas de carv\u00e3o, que al\u00e9m poluentes, causaram o aumento das contas de energia do consumidor brasileiro.<\/p>\n<p>Portanto, a discuss\u00e3o sobre seguran\u00e7a energ\u00e9tica exige repensar nesse modelo. \u00c9 preciso diversificar a matriz el\u00e9trica brasileira e as solu\u00e7\u00f5es mais adequadas se encontram em investir em outras fontes de energia renov\u00e1vel e, tamb\u00e9m, a\u00e7\u00f5es de efici\u00eancia energ\u00e9tica.<\/p>\n<p>Outra vantagem do incentivo \u00e0s outras fontes de energias renov\u00e1veis \u00e9 que elas permitem aproximar os centros de produ\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00e1reas de consumo. A gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica a partir de pequenas centrais geradoras localizadas pr\u00f3ximo ao centro de consumo e conectadas \u00e0 rede de distribui\u00e7\u00e3o \u00e9 definida como\u00a0<strong>gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda.<\/strong> As a\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias influenciaram o crescimento da gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda de energia el\u00e9trica no Brasil, tais como a que estabelece a possibilidade de compensa\u00e7\u00e3o da energia excedente produzida por sistemas de pequeno porte. Saiba mais sobre a gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda no Brasil\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/setor-de-energia\/#geracao\">aqui<\/a><\/span>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><a id=\"oquesao\" name=\"oquesao\"><\/a>Mas afinal, o que s\u00e3o e quais s\u00e3o as fontes de energia renov\u00e1vel?<\/h3>\n<p>As energias renov\u00e1veis, s\u00e3o fontes de energia que est\u00e3o praticamente inesgotavelmente dispon\u00edveis dentro do horizonte temporal humano ou que se renovam de maneira r\u00e1pida. As fontes de energias renov\u00e1veis incluem a biomassa, energia solar, e\u00f3lica, hidrel\u00e9trica, geot\u00e9rmica e maremotriz.<\/p>\n<ul class=\"motivos\">\n<li><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-397 size-full\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/bola2.png\" alt=\"\u00cdcone de biomassa\" width=\"139\" height=\"135\" \/><br \/>\n<h5>Biomassa<\/h5>\n<\/li>\n<li><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/themes\/energia\/_global\/img\/ic\/ic_mot_int_2.png\" alt=\"\u00cdcone de um Painel Solar\" width=\"136\" height=\"144\" \/><br \/>\n<h5>Solar<\/h5>\n<\/li>\n<li><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-391 size-full\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/bola1.png\" alt=\"\u00cdcone de 3 Usinas E\u00f3licas\" width=\"139\" height=\"135\" \/><br \/>\n<h5>E\u00f3lica<\/h5>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"motivos\">\n<li><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-396 size-full\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Bola3.png\" alt=\"\u00cdcone de um poste de energia\" width=\"139\" height=\"135\" \/><br \/>\n<h5>Hidrel\u00e9trica<\/h5>\n<\/li>\n<li><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-394 size-full\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Bola4.png\" alt=\"\u00cdcone de uma planta com duas chamin\u00e9s\" width=\"139\" height=\"135\" \/><br \/>\n<h5>Geot\u00e9rmica<\/h5>\n<\/li>\n<li><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-393 size-full\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Bola5.png\" alt=\"\u00cdcone de uma plataforma no mar\" width=\"139\" height=\"135\" \/><br \/>\n<h5>Maremotriz<\/h5>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Biomassa<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-399 size-full\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Biomassa.png\" alt=\"Pe\u00e7as de madeira empilhadas\" width=\"895\" height=\"595\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Biomassa.png 827w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Biomassa-300x200.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Biomassa-768x511.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 895px) 100vw, 895px\" \/><\/p>\n<p class=\"Texto\">Biomassa refere-se a todos os\u00a0<b>materiais org\u00e2nicos<\/b>\u00a0de origem vegetal ou animal que s\u00e3o usados como fontes de energia e regeneram dentro de per\u00edodos de tempo razo\u00e1veis. A forma tradicional \u00e9 a combust\u00e3o de biomassa como madeira ou res\u00edduos org\u00e2nicos. \u00c9 importante ressaltar que a madeira provenha de uma planta regenerativa para ser classificada como energia renov\u00e1vel. Al\u00e9m disso, queimadas e desmatamentos devem ser evitados para n\u00e3o destruir a biodiversidade e emitir grandes quantidades de carbono.<\/p>\n<p>Formas modernas incluem a produ\u00e7\u00e3o de <strong>biocombust\u00edveis<\/strong>. O Brasil \u00e9 pioneiro nesse campo e utiliza principalmente o baga\u00e7o da cana-de-a\u00e7\u00facar. Outro tipo de energia bastante relevante para o cen\u00e1rio brasileiro \u00e9 o <strong>biog\u00e1s<\/strong>. Por meio de um processo fermentativo (biodigest\u00e3o) que ocorre em meio anaer\u00f3bico (na aus\u00eancia de oxig\u00eanio) os res\u00edduos org\u00e2nicos s\u00e3o degradados a compostos mais simples, reduzindo seu poder poluente e gerando o biog\u00e1s. O biog\u00e1s \u00e9 composto em sua maior parte de metano, e devido a isso possui um alto poder energ\u00e9tico, podendo ser aplicado \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, t\u00e9rmica e \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de biometano (como combust\u00edvel veicular). No Brasil \u00e9 produzido principalmente a partir de substratos vinculados ao saneamento urbano (aterros sanit\u00e1rios) e \u00e0 cadeia de prote\u00edna animal (frigor\u00edficos e propriedades rurais).<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><a href=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Cartilha-Energia-Renovavel-e-Cooperativismo-Oportunidades-do-Biogas.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1173\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-3-e1629898194360.png\" alt=\"\" width=\"903\" height=\"179\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-3-e1629898194360.png 6600w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-3-e1629898194360-300x60.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-3-e1629898194360-1024x204.png 1024w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-3-e1629898194360-768x153.png 768w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-3-e1629898194360-1536x306.png 1536w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-3-e1629898194360-2048x407.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 903px) 100vw, 903px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Solar<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-403 size-full\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Solar.png\" alt=\"Um m\u00f3dulo solar muito comprido em um pasto\" width=\"895\" height=\"595\" \/><\/p>\n<p class=\"Texto\">A energia solar \u00e9 a energia proveniente do calor ou da luz do sol. H\u00e1 v\u00e1rias formas dela, por\u00e9m as duas mais comuns s\u00e3o a energia fotovoltaica e t\u00e9rmica. O funcionamento da segunda \u00e9 bastante simples:\u00a0<b>Coletores<\/b>\u00a0solares transformam a energia do sol em calor para a utiliza\u00e7\u00e3o no aquecimento de \u00e1gua em resid\u00eancias, hot\u00e9is, clubes etc.<\/p>\n<p>A energia solar <strong>fotovoltaica<\/strong> (<strong>Foto<\/strong> = que tem sua origem na palavra grega para \u201cluz\u201d e <strong>Voltaica<\/strong> = que vem de \u201cvolt\u201d que \u00e9 a unidade para medir o potencial el\u00e9trico) \u00e9 utilizada para a gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica.<br \/>\nFunciona assim: As c\u00e9lulas dos m\u00f3dulos solares s\u00e3o formadas por duas camadas de materiais semicondutores, uma positiva e outra negativa. Ao atingir a c\u00e9lula, os f\u00f3tons da luz excitam os el\u00e9trons, gerando eletricidade. Quanto maior a intensidade do sol, maior o fluxo de eletricidade. Dessa forma, a luz do sol \u00e9 diretamente transformada em energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Devido \u00e0s altas incid\u00eancias de irradia\u00e7\u00e3o solar, o Brasil tem um enorme potencial de gera\u00e7\u00e3o de energia desta fonte. O sistema de compensa\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, adotado desde que a gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda foi regulada no Brasil (2012), impulsionou o crescimento do setor solar fotovoltaico no pa\u00eds. Em 2023, a capacidade total instalada dos sistemas de energia solar fotovoltaica no Brasil alcan\u00e7ou um marco, tornando-se a segunda maior fonte de energia el\u00e9trica do pa\u00eds ultrapassando os 30 GW de pot\u00eancia instalada.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><a href=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Guia-de-Constituic%CC%A7a%CC%83o-de-Cooperativas-de-Gerac%CC%A7a%CC%83o-Distribui%CC%81da-Fotovoltaica-3.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1170\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-2-e1629897774351.png\" alt=\"\" width=\"836\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-2-e1629897774351.png 6549w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-2-e1629897774351-300x59.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-2-e1629897774351-1024x200.png 1024w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-2-e1629897774351-768x150.png 768w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-2-e1629897774351-1536x300.png 1536w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Conheca-a-cartilha-Cooperativas-de-Energia-Guia-de-Constituicao-de-Cooperativas-de-Geracao-Distribuida-Fotovoltaica-2-e1629897774351-2048x400.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>E\u00f3lica<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-405 \" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Eolica.png\" alt=\"V\u00e1rias turbinas e\u00f3licas em uma regi\u00e3o rural e seca, com colinas\" width=\"895\" height=\"595\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Eolica.png 885w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Eolica-300x200.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Eolica-768x511.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 895px) 100vw, 895px\" \/><\/p>\n<p>Em termos muito simplificados, a energia e\u00f3lica significa que a energia cin\u00e9tica dos movimentos do ar \u00e9 utilizada para produzir eletricidade. O vento que bate nas p\u00e1s do rotor aciona um gerador dentro da turbina que, por sua vez, gera eletricidade.<\/p>\n<p>\u00c9 distinguido entre dois tipos de energia e\u00f3lica que diferem na sua localiza\u00e7\u00e3o. Eles s\u00e3o a energia e\u00f3lica <strong>offshore<\/strong> (marinha) e <strong>onshore<\/strong> (terrestre). Como o nome sugere, a onshore utiliza o vento em terra. Na maioria dos casos, esta forma \u00e9 mais barata, pois as turbinas podem ser instaladas em quase qualquer lugar, mas tamb\u00e9m s\u00e3o menos eficientes. A energia e\u00f3lica offshore, que \u00e9 ainda inexistente no Brasil, utiliza os ventos no mar. Pioneiros nesta tecnologia s\u00e3o pa\u00edses como a Alemanha, China, Dinamarca ou especialmente o Reino Unido. A vantagem \u00e9 muitas vezes maior rendimento devido a ventos mais constantes e mais intensos. Por outro lado, a instala\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito mais onerosas e a tecnologia atual n\u00e3o permite que o mar no local da constru\u00e7\u00e3o seja profundo.<\/p>\n<p>O Brasil experimentou um verdadeiro boom na energia e\u00f3lica desde 2010, de menos de um gigawatt de capacidade instalada em 2010 para mais de 15 GW em 2019, \u00a0e ultrapassando os 26 GW em 2023. Toda essa capacidade \u00e9 terrestre, contudo, \u00e9 esperado que no decorrer desta d\u00e9cada as primeiras turbinas marinhas sejam instaladas. A maioria das turbinas est\u00e3o instalada no Nordeste (RN, BA, CE) do pa\u00eds onde o potencial \u00e9 maior.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Hidrel\u00e9trica<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-406 \" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Hidreletrica.png\" alt=\"Rio cercado por floresta, no qual h\u00e1 uma usina hidrel\u00e9trica\" width=\"895\" height=\"595\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Hidreletrica.png 885w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Hidreletrica-300x199.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 895px) 100vw, 895px\" \/><\/p>\n<p>A energia hidrel\u00e9trica \u00e9 atualmente a fonte de energia el\u00e9trica mais importante do Brasil. A t\u00e9cnica em si \u00e9 muito antiga. J\u00e1 eram usados moinhos de \u00e1gua e rodas d\u2019\u00e1gua no Imp\u00e9rio Persa, no Imp\u00e9rio Romano ou na China antiga. No Brasil, tornou-se rapidamente a fonte mais usada nas d\u00e9cadas ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n<p>Funciona da seguinte forma: a energia potencial de \u00e1gua represada \u00e9 transformada em energia cin\u00e9tica \u00e0 medida que ela flui pelos dutos da usina. Assim que a \u00e1gua entra em contato com a turbina, essa movimenta um gerador.<\/p>\n<p>No Brasil, h\u00e1 v\u00e1rias grandes centrais como a Usina Hidrel\u00e9trica de Itaipu (14 GW), a segunda maior usina do mundo em termos da capacidade instalada. Contudo, para o contexto das cooperativas de energia, as assim chamadas Centrais Geradoras Hidr\u00e1ulicas (CGHs) e Pequenas Centrais Hidrel\u00e9tricas (PCHs) s\u00e3o de maior relev\u00e2ncia. As CGHs possuem uma pot\u00eancia instalada de at\u00e9 1 MW e as PCHs, entre 1 e 30 MW. Por serem menores, os custos de constru\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito mais baratos e os danos ambientais s\u00e3o menores. Portanto, o processo de licenciamento \u00e9 mais simples tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Geot\u00e9rmica<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-407 size-full\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/GEOTERMICA.png\" alt=\"Usina geot\u00e9rmica em uma paisagem \u00e1rida e montanhosa\" width=\"895\" height=\"595\" \/><\/p>\n<p>Energia geot\u00e9rmica ou energia geotermal consiste no processo de obten\u00e7\u00e3o de energia atrav\u00e9s do calor presente no n\u00facleo da Terra.<\/p>\n<p>Abaixo da crosta terrestre existe o magma, um tipo de rocha l\u00edquida que possui elevada temperatura. A energia geot\u00e9rmica representa o aproveitamento desse calor como mat\u00e9ria fundamental para produ\u00e7\u00e3o de eletricidade, para o aquecimento de edif\u00edcios, de estufas etc.<\/p>\n<p>O Brasil n\u00e3o possui \u00e1reas de f\u00e1cil acesso para que seja extra\u00edda a energia geot\u00e9rmica, j\u00e1 que as zonas com magma est\u00e3o muito distantes da superf\u00edcie terrestre. Por este motivo, esta fonte de energia ainda \u00e9 pouco explorada no pa\u00eds, principalmente por ser preciso a aplica\u00e7\u00e3o de uma estrutura muito dispendiosa para atingir os locais considerados suficientes para a produ\u00e7\u00e3o de eletricidade, por exemplo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Maremotriz<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/MAREMOTRIZ.png\" alt=\"Dois sistemas marimotrizes laranjas em um mar caprichoso em uma costa rochosa\" width=\"895\" height=\"595\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 a energia que se consegue produzir a partir das <strong>ondas<\/strong> e <strong>mar\u00e9s<\/strong> dos oceanos. Este \u00e9 considerado um meio de energia bastante caro para ser implantado em larga escala.<\/p>\n<p>Pode ser usada de duas formas, como energia potencial ou cin\u00e9tica. A energia potencial \u00e9 obtida a partir das diferen\u00e7as de alturas entre as mar\u00e9s (baixa e alta), j\u00e1 a cin\u00e9tica aproveita as correntes mar\u00edtimas.<\/p>\n<p>No Brasil, um projeto piloto de energia maremotriz foi instalado em 2012 no Cear\u00e1: a Usina do Porto do Pec\u00e9m. Esse projeto nasceu de uma parceria com pesquisadores do Insituto Alberto Luiz Coimbra de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa de Engenharia (COPPE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Tractebel Energia, dentro de um programa de P&amp;D da ANEEL, contando com apoio do Governo do Estado do Cear\u00e1. O potencial te\u00f3rico \u00e9 de aproximadamente 100 kW para o abastecimento de energia do principal porto cearense.<\/p>\n<p class=\"Texto\">Estima-se que os 8 mil quil\u00f4metros de extens\u00e3o litoral no Brasil podem receber usinas de ondas suficientes para gerar 87 gigawatts. Sendo assim deste total, 20% seriam convertidos em energia el\u00e9trica, o que equivale aproximadamente a 8% da capacidade total instalada no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1><a id=\"geracao\" name=\"geracao\"><\/a> Gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda no Brasil<\/h1>\n<p class=\"Texto\">A gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda (GD) consiste, de modo geral, na gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica a partir de pequenas centrais geradoras localizadas pr\u00f3ximo ao centro de consumo e conectadas \u00e0 rede de distribui\u00e7\u00e3o. Essa produ\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica geralmente se d\u00e1 por fontes renov\u00e1veis ou por cogera\u00e7\u00e3o qualificada.<\/p>\n<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o da Gera\u00e7\u00e3o Distribu\u00edda no Brasil evoluiu desde 2012, conforme mostrado na linha do tempo abaixo:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2338 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Linha-do-tempo-1.png\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1080\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Linha-do-tempo-1.png 1920w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Linha-do-tempo-1-300x169.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Linha-do-tempo-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Linha-do-tempo-1-768x432.png 768w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Linha-do-tempo-1-1536x864.png 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/p>\n<p>A Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (ANEEL) publicou em 2012 que estabelece as condi\u00e7\u00f5es gerais para o acesso de Micro e Minigera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda (MMGD) ao sistema de distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica e introduz o Sistema de Compensa\u00e7\u00e3o de Energia El\u00e9trica (SCEE).<\/p>\n<p>Esse sistema de compensa\u00e7\u00e3o de energia permite que a energia gerada na com micro ou minigera\u00e7\u00e3o seja injetada na rede distribuidora e torne-se cr\u00e9ditos de energia (em kWh) a serem compensados na fatura de energia do consumidor vinculado \u00e0 unidade de micro ou minigera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 160px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2250 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-2-e1695430659720.png\" alt=\"\" width=\"634\" height=\"446\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-2-e1695430659720.png 2332w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-2-e1695430659720-300x211.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-2-e1695430659720-1024x721.png 1024w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-2-e1695430659720-768x540.png 768w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-2-e1695430659720-1536x1081.png 1536w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-2-e1695430659720-2048x1441.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 634px) 100vw, 634px\" \/><\/p>\n<p>Em 2015 a REN 482\/2012 passou por um processo de revis\u00e3o resultando na publica\u00e7\u00e3o da REN 687 no ano de 2015 e no ano de 2022 foi institu\u00edda a Lei 14.300, que \u00e9 atualmente o instrumento jur\u00eddico em vigor que regula e d\u00e1 todas as provid\u00eancias legais para a gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda no pa\u00eds. A Lei 14.300\/2022 entrou em vigor em 07 de janeiro de 2022 instituindo o <strong>Marco Legal da Micro e Minigera\u00e7\u00e3o Distribu\u00edda<\/strong>. Embora a REN 482\/2012 tenha regulado o mercado de gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda, a simples presen\u00e7a de uma resolu\u00e7\u00e3o normativa da ANEEL n\u00e3o \u00e9 adequada para assegurar a estabilidade legal necess\u00e1ria para o desenvolvimento sustent\u00e1vel da Micro e Minigera\u00e7\u00e3o Distribu\u00edda. Portanto, o Marco Legal proporciona um arcabou\u00e7o legal mais s\u00f3lido, que n\u00e3o apenas garante maior seguran\u00e7a jur\u00eddica, mas tamb\u00e9m conferem maior estabilidade e capacidade de previs\u00e3o ao mercado. Conhe\u00e7a a Lei 14.300 em mais detalhes <span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"https:\/\/in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/lei-n-14.300-de-6-de-janeiro-de-2022-372467821\">aqui<\/a><\/span>.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0s defini\u00e7\u00f5es de micro e minigera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda, segundo a Lei 14.300, a microgera\u00e7\u00e3o refere-se a uma central geradora de energia el\u00e9trica com pot\u00eancia instalada menor ou igual a 75kW, enquanto a minigera\u00e7\u00e3o se refere a uma central geradora com pot\u00eancia instalada entre 75kW a 5MW para fontes despach\u00e1veis ou igual a 3MW para fontes n\u00e3o despach\u00e1veis.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2248 size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-1-e1695424939287.png\" alt=\"\" width=\"5040\" height=\"1377\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-1-e1695424939287.png 5040w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-1-e1695424939287-300x82.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-1-e1695424939287-1024x280.png 1024w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-1-e1695424939287-768x210.png 768w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-1-e1695424939287-1536x420.png 1536w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Linha-do-tempo-1-e1695424939287-2048x560.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 5040px) 100vw, 5040px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Conhe\u00e7a mais sobre as modalidades de gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda:<\/h3>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"row\" style=\"display: inline-flex; alignment-baseline: central; align-items: center;\">\n<div class=\"col-lg-4 col-md-4 col-sm-4 col-xs-12\">\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-410\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img1.png\" alt=\"Pequeno assentamento com tr\u00eas casas, que possuem pain\u00e9is solares no telhado\" width=\"240\" height=\"208\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img1.png 380w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img1-300x260.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"col-lg-8 col-md-8 col-sm-8 col-xs-12\">\n<p><strong>Autoconsumo Local:<\/strong>\u00a0A gera\u00e7\u00e3o de energia na pr\u00f3pria unidade de consumo \u00e9 a alternativa mais comum de gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda no mercado brasileiro. Nesta modalidade, a eletricidade \u00e9 produzida no mesmo local onde \u00e9 consumida. Nesta modalidade, utiliza-se principalmente a fonte de energia solar fotovoltaica.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\" style=\"display: inline-flex; alignment-baseline: central; align-items: center;\">\n<div class=\"col-lg-4 col-md-4 col-sm-4 col-xs-12\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-417\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img3.png\" alt=\"Fazenda com sistemas solares na fazenda e no telhado, que est\u00e3o conectados \u00e0 rede el\u00e9trica e abastecem a cidade\" width=\"310\" height=\"221\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img3.png 1499w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img3-300x214.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img3-1024x730.png 1024w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img3-768x547.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 310px) 100vw, 310px\" \/><\/div>\n<div class=\"col-lg-8 col-md-8 col-sm-8 col-xs-12\">\n<p><strong>Autoconsumo Remoto:<\/strong> Aplic\u00e1vel aos consumidores que tenham mais de uma unidade de consumo no seu Cadastro de Pessoa F\u00edsica (CPF) ou Cadastro Nacional de Pessoas Jur\u00eddicas (CNPJ). Sob esta alternativa, os consumidores podem compensar cr\u00e9ditos de eletricidade em v\u00e1rias unidades, com uma porcentagem pr\u00e9-estabelecida entre elas. Uma das vantagens deste modelo \u00e9 que o sistema de produ\u00e7\u00e3o de eletricidade pode ser localizado num local ideal para a produ\u00e7\u00e3o. As unidades participantes devem estar dentro da mesma \u00e1rea de concess\u00e3o, ou seja, servidas pela mesma companhia de distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\" style=\"display: inline-flex; alignment-baseline: central; align-items: center;\">\n<div class=\"col-lg-4 col-md-4 col-sm-4 col-xs-12\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-418\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img2.png\" alt=\"Assentamento de cinco casas, que tem um pequeno parque solar em comum\" width=\"310\" height=\"222\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img2.png 1137w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img2-300x215.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img2-1024x732.png 1024w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/img2-768x549.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 310px) 100vw, 310px\" \/><\/div>\n<div class=\"col-lg-8 col-md-8 col-sm-8 col-xs-12\">\n<p><strong>Gera\u00e7\u00e3o Compartilhada: <\/strong>A gera\u00e7\u00e3o compartilhada torna poss\u00edvel o compartilhamento de energia de micro ou minigera\u00e7\u00e3o entre dois ou mais consumidores desde que esses estejam organizados em um cons\u00f3rcio, \u00a0cooperativa, condom\u00ednio civil volunt\u00e1rio ou edil\u00edcio, ou ainda qualquer forma de associa\u00e7\u00e3o civil institu\u00edda para esse fim. \u00c9 nesta modalidade que tornam-se poss\u00edveis as iniciativas de Energia Cooperativa. Por exemplo, as \u00a0\u00a0cooperativas de gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda compartilhada s\u00e3o constitu\u00eddas por indiv\u00edduos que desejam voluntariamente unir esfor\u00e7os, de acordo com os princ\u00edpios da cooperativa, para gerar a sua pr\u00f3pria eletricidade atrav\u00e9s de um sistema de gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda. A eletricidade produzida \u00e9 compensada nas unidades de consumo dos membros da cooperativa atrav\u00e9s da medi\u00e7\u00e3o da rede.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.capacita.coop.br\/cursos-studion\/geracao-distribuida-de-energia-renovavel-oportunidades-para-o-cooperativismo\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2251\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Quer-saber-mais-sobre-as-oportunidades-da-geracao-distribuida-para-o-cooperativismo-e1695431786540.png\" alt=\"\" width=\"6000\" height=\"1760\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Quer-saber-mais-sobre-as-oportunidades-da-geracao-distribuida-para-o-cooperativismo-e1695431786540.png 6000w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Quer-saber-mais-sobre-as-oportunidades-da-geracao-distribuida-para-o-cooperativismo-e1695431786540-300x88.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Quer-saber-mais-sobre-as-oportunidades-da-geracao-distribuida-para-o-cooperativismo-e1695431786540-1024x300.png 1024w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Quer-saber-mais-sobre-as-oportunidades-da-geracao-distribuida-para-o-cooperativismo-e1695431786540-768x225.png 768w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Quer-saber-mais-sobre-as-oportunidades-da-geracao-distribuida-para-o-cooperativismo-e1695431786540-1536x451.png 1536w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Quer-saber-mais-sobre-as-oportunidades-da-geracao-distribuida-para-o-cooperativismo-e1695431786540-2048x601.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 6000px) 100vw, 6000px\" \/><\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\" style=\"display: inline-flex; alignment-baseline: central; align-items: center;\">\n<div class=\"col-lg-4 col-md-4 col-sm-4 col-xs-12\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-504\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Unidades.png\" alt=\"Assentamento maior cercado por uma rua, no meio do qual se encontra um pequeno parque solar\" width=\"310\" height=\"213\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Unidades.png 525w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Unidades-300x206.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 310px) 100vw, 310px\" \/><\/div>\n<div class=\"col-lg-8 col-md-8 col-sm-8 col-xs-12\">\n<p><strong>Empreendimento com M\u00faltiplas Unidades Consumidoras:<\/strong>\u00a0Esta modalidade \u00e9 caracterizada por condom\u00ednios verticais ou horizontais nos quais a eletricidade gerada <em>in loco<\/em> e \u00e9 compensada entre as unidades consumidoras do condom\u00ednio. Esta alternativa pode ser aplicada tanto aos condom\u00ednios residenciais quanto aos condom\u00ednios comerciais. Todas as unidades de consumo devem estar localizadas na mesma propriedade desde que essa n\u00e3o seja cortada por vias p\u00fablicas.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para baixar publica\u00e7\u00f5es sobre o assunto, acesse as\u00a0<a href=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/publicacoes\/\"><span style=\"text-decoration: underline;\">publica\u00e7\u00f5es em nossa\u00a0Biblioteca<\/span><\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/publicacoes\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1137\" src=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/botoes-site-2-e1629385659692.png\" alt=\"\" width=\"456\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/botoes-site-2-e1629385659692.png 955w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/botoes-site-2-e1629385659692-300x39.png 300w, https:\/\/www2.energia.coop\/brasil\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/botoes-site-2-e1629385659692-768x100.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 456px) 100vw, 456px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Como se conectar com a rede?<\/h3>\n<p>Para terem acesso \u00e0 rede de distribui\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, os sistemas de micro e minigera\u00e7\u00e3o devem seguir algumas etapas, conforme estabelecido pela <a href=\"https:\/\/www2.aneel.gov.br\/cedoc\/ren20211000.pdf\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Resolu\u00e7\u00e3o Normativa REN 1.000\/2021<\/span><\/a> que estabelece as Regras de Presta\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o P\u00fablico de Distribui\u00e7\u00e3o de Energia El\u00e9trica que \u00e9 complementada pelo <a href=\"https:\/\/www2.aneel.gov.br\/cedoc\/aren2021956_2_2.pdf\"><span style=\"text-decoration: underline;\">m\u00f3dulo 3 do PRODIST<\/span><\/a> (Procedimentos de Distribui\u00e7\u00e3o de Energia El\u00e9trica no Sistema El\u00e9trico Nacional). As etapas obrigat\u00f3rias incluem:<\/p>\n<ol>\n<li>Solicita\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento de Conex\u00e3o e aporte da garantia de fiel cumprimento;<\/li>\n<li>Emiss\u00e3o do or\u00e7amento de conex\u00e3o;<\/li>\n<li>Aprova\u00e7\u00e3o do or\u00e7amento de conex\u00e3o;<\/li>\n<li>Celebra\u00e7\u00e3o do Contrato de Uso do Sistema de Distribui\u00e7\u00e3o (CUSD) e do Contrato de Compra de Energia Regulada (CCER) e pagamento;<\/li>\n<li>Conclus\u00e3o da obra (quando aplic\u00e1vel);<\/li>\n<li>Vistoria;<\/li>\n<li>Devolu\u00e7\u00e3o da garantia de fiel cumprimento.<\/li>\n<\/ol>\n<p>A Greener publicou um artigo muito bacana explicando em maiores detalhes essas etapas. Acesse <a href=\"https:\/\/www.greener.com.br\/passo-a-passo-da-conexao-de-gd-a-rede-de-distribuicao\/\"><span style=\"text-decoration: underline;\">aqui<\/span>.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Contexto energ\u00e9tico brasileiro Segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC), o setor energ\u00e9tico \u00e9 respons\u00e1vel pela emiss\u00e3o de dois ter\u00e7os dos gases causadores do efeito estufa, tornando o setor um dos principais focos de articula\u00e7\u00e3o para mitigar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. 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